Quando comecei a ler o livro confesso que achei que era muito chato, mas quando eu fui lendo , fui ficando com mais vontade de ler. Porque a gente às vezes é como a garota que não dá o valor pra essas pessoas tão próximas da gente que são nossos avôs.
Ler o livro não me tocou tanto, pois querendo ou não isso é só uma história, só ficção, mas depois do café da manhã dos avôs eu fiquei um pouco mexida porque um dia antes do café da manhã o avô da minha amiga tinha falecido então fiquei pensando: Será que eu estou dando o devido valor para os meus avôs? Eu acho que essa pergunta deveria ser feita por todo mundo.
Agora quando eu fiquei mexida mesmo foi na visita ao Lar do Amor que foi muito bom, eu fiz questão de tirar uma foto com todas as senhoras e falar com elas também porque eu sabia que elas precisavam disso, precisavam do carinho, do afeto e de tudo que a gente pudesse dar de bom para elas. Sinceramente eu não teria coragem de fazer isso com meus avôs porque eles são muito importantes para mim.
A sensação que eu tive lá foi de aconchego e elas também tinham muitas coisas para falar, todas sorrindo gostando da nossa presença, pois o que parecia pouco para nós era muito para elas em relação ao que nós trazíamos para elas.
Meu grupo ganhou como o grupo que arrecadou mais mantimentos, mas sinceramente, claro que eu gostei de ter ganhado o ponto extra, mas isso não valia de nada pra mim e concerteza pra muita gente também não porque o que importava mesmo não eram as coisas matérias, mas as coisas que vem do nosso coração.
Vou terminar meu resumo fazendo uma pergunta: Você já deu um abraço ou disse EU TE AMO para os seus avôs hoje? Faça isso antes que seja tarde demais!
Maria Eduarda Borges
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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