Já tava na hora de mecher em algumas coisa desse blog . A foto da capa tá perfeita né :D:D:D:D:D:D MEU PE LANZA lindo *-*
Pode olhar , eu deixo :** Tchauziinho :D
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Resenha Crítica ENCONTRO COM FLÔ
Quando comecei a ler o livro confesso que achei que era muito chato, mas quando eu fui lendo , fui ficando com mais vontade de ler. Porque a gente às vezes é como a garota que não dá o valor pra essas pessoas tão próximas da gente que são nossos avôs.
Ler o livro não me tocou tanto, pois querendo ou não isso é só uma história, só ficção, mas depois do café da manhã dos avôs eu fiquei um pouco mexida porque um dia antes do café da manhã o avô da minha amiga tinha falecido então fiquei pensando: Será que eu estou dando o devido valor para os meus avôs? Eu acho que essa pergunta deveria ser feita por todo mundo.
Agora quando eu fiquei mexida mesmo foi na visita ao Lar do Amor que foi muito bom, eu fiz questão de tirar uma foto com todas as senhoras e falar com elas também porque eu sabia que elas precisavam disso, precisavam do carinho, do afeto e de tudo que a gente pudesse dar de bom para elas. Sinceramente eu não teria coragem de fazer isso com meus avôs porque eles são muito importantes para mim.
A sensação que eu tive lá foi de aconchego e elas também tinham muitas coisas para falar, todas sorrindo gostando da nossa presença, pois o que parecia pouco para nós era muito para elas em relação ao que nós trazíamos para elas.
Meu grupo ganhou como o grupo que arrecadou mais mantimentos, mas sinceramente, claro que eu gostei de ter ganhado o ponto extra, mas isso não valia de nada pra mim e concerteza pra muita gente também não porque o que importava mesmo não eram as coisas matérias, mas as coisas que vem do nosso coração.
Vou terminar meu resumo fazendo uma pergunta: Você já deu um abraço ou disse EU TE AMO para os seus avôs hoje? Faça isso antes que seja tarde demais!
Maria Eduarda Borges
Ler o livro não me tocou tanto, pois querendo ou não isso é só uma história, só ficção, mas depois do café da manhã dos avôs eu fiquei um pouco mexida porque um dia antes do café da manhã o avô da minha amiga tinha falecido então fiquei pensando: Será que eu estou dando o devido valor para os meus avôs? Eu acho que essa pergunta deveria ser feita por todo mundo.
Agora quando eu fiquei mexida mesmo foi na visita ao Lar do Amor que foi muito bom, eu fiz questão de tirar uma foto com todas as senhoras e falar com elas também porque eu sabia que elas precisavam disso, precisavam do carinho, do afeto e de tudo que a gente pudesse dar de bom para elas. Sinceramente eu não teria coragem de fazer isso com meus avôs porque eles são muito importantes para mim.
A sensação que eu tive lá foi de aconchego e elas também tinham muitas coisas para falar, todas sorrindo gostando da nossa presença, pois o que parecia pouco para nós era muito para elas em relação ao que nós trazíamos para elas.
Meu grupo ganhou como o grupo que arrecadou mais mantimentos, mas sinceramente, claro que eu gostei de ter ganhado o ponto extra, mas isso não valia de nada pra mim e concerteza pra muita gente também não porque o que importava mesmo não eram as coisas matérias, mas as coisas que vem do nosso coração.
Vou terminar meu resumo fazendo uma pergunta: Você já deu um abraço ou disse EU TE AMO para os seus avôs hoje? Faça isso antes que seja tarde demais!
Maria Eduarda Borges
sábado, 12 de junho de 2010
Resenha critica de Lucia Mendes♥
O livro O rapaz que não era de Liverpool escrito por Caio Riter da editora SM, fala sobre a adoção de Marcelo, como ele descobre que e adotado, como ele supera isto e fala um pouco da viva dele no passado antes dele descobri que e adotado.
Eu gostei muito do livro, pois da adoção e é um assunto muito importante. Eu acho que todo mundo deveria ler pois é um livro muito interessante e com esse livro nos possamos ter uma visão diferente sobre o assunto .
Eu gostei muito do livro, pois da adoção e é um assunto muito importante. Eu acho que todo mundo deveria ler pois é um livro muito interessante e com esse livro nos possamos ter uma visão diferente sobre o assunto .
domingo, 6 de junho de 2010
daniel radcliffe (harry potter) (biografia)

Filho do agente literário Alan Radcliffe e da diretora de elenco Marcia Gresham. Desde os cinco anos dizia que queria ser ator, mas foi somente em 1999, que começou sua carreira com "David Copperfield" da BBC. Após isso gravou "O Alfaiate do Panamá". David Heyman, um dos produtores de Harry Potter, estava procurando por um ator que pudesse interpretar o jovem mago, e ele era amigo do pai de Daniel.
Foi quando em um dia, durante uma peça de teatro a qual Daniel e seu pai, Alan assistiam a peça, que o produtor não desgrudou os olhos do garoto. Logo ao fim do espetáculo,ele foi até Alan e lhe disse: "Ele poderia ser Harry Potter" e convenceu a família de Daniel a deixa-lo fazer o teste, no qual acabou sendo escolhido. Nas férias entre as filmagens de o Cálice de Fogo e Ordem da Fênix, Daniel Radcliffe filmou December Boys na Austrália que teve sua estréia no final do ano de 2007. Também teve uma pequena participação no seriado Extras e participou da peça teatral na Inglaterra chamada Equus e tem causado muita polêmica pelo fato do ator aparecer nu e ter que montar em um cavalo em uma cena da peça. Atualmente Daniel tem 20 anos e mora em Londres com os pais.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Adoção
Adoção, é o ato jurídico no qual um indivíduo é permanentemente assumido como filho por uma pessoa ou por um casal que não são os pais biológicos do adotado. Quando isto acontece, as responsabilidades e os direitos (como o pátrio poder) dos pais biológicos em relação ao adotado são transferidos integral ou parcialmente para os adotantes.
Na grande maioria dos países, o filho adotado possui os mesmos direitos de um filho legítimo.
Nomenclatura
Algum vocabulário relativo à adoção:
Poder paternal (Brasil: pátrio poder ou "poder familiar", de acordo com o atual Código Civil - Lei nº 10.406/2002) é o poder de decisão e obrigação de guarda, sustento e educação sobre a vida de uma criança (até 12 anos incompletos) ou de um adolescente (de 12 anos a 18 anos).
Adoptado ou Adoptando (Brasil: adotado ou adotando) é o indivíduo que está passível de ser adotado, ou em processo de adoção.
Adoptante (Brasil: adotante) é o casal ou indivíduo que pretende adotar.
[editar] Motivação
As pessoas adotam uma criança ou jovem por numerosos motivos:[carece de fontes?]
Impossibilidade de ter filhos biológicos
Cimentar os laços com o cônjuge, no caso de adoção de filhos da esposa ou marido com um cônjuge anterior
Auxiliar uma ou mais crianças em dificuldades
Fomentar a integração racial, no caso de adoção inter-racial
[editar] No Brasil
No Brasil, a adoção é regida pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
O adotante deve ser uma pessoa maior de dezoito anos, independentemente do estado civil, ou casal, ligado por matrimônio ou união estável.
Além disso, a diferença de idade entre o adotante e o adotado deve ser de, no mínimo, dezesseis anos.
Deve haver intervenção do juiz, em processo judicial, com participação do Ministério Público.
A adoção é irrevogável, mesmo que os adotantes venham a ter filhos, aos quais o adotado está equiparado, tendo os mesmos deveres e direitos, proibindo-se qualquer discriminação.
A adoção só se extingue em hipóteses especiais, por deserdação, indignidade, pelo reconhecimento de paternidade do pai biológico e pela morte do adotante ou do adotado.
Existem vários casos de adopção por casais do mesmo sexo no Brasil mas apenas após recurso aos tribunais.[1]
As crianças disponibilizadas para adoção, geralmente em Abrigos, devem primeiramente ser destituídas de suas famílias biológicas (destituição do Pátrio Poder) por meio de um processo legal levado a cabo pelo Juizado, publicado em Diário Oficial, para então, serem adotadas pela família pretendente (outro processo legal). A família pretendente passa por uma análise de assistentes sociais, psicólogos, Promotoria Pública, e recebe finalmente a guarda provisória do adotando. Após o final do processo de adoção, os pais adotivos são autorizados a substituir a certidão de nascimento original pela nova certidão de nascimento, em tudo igual à anterior, mudando-se somente os nomes dos pais, avós, e eventualmente o nome da criança. Data, local de nascimento são mantidos. Não pode haver referência ao processo de adoção na certidão de nascimento.
Fonte: wikipedia
Na grande maioria dos países, o filho adotado possui os mesmos direitos de um filho legítimo.
Nomenclatura
Algum vocabulário relativo à adoção:
Poder paternal (Brasil: pátrio poder ou "poder familiar", de acordo com o atual Código Civil - Lei nº 10.406/2002) é o poder de decisão e obrigação de guarda, sustento e educação sobre a vida de uma criança (até 12 anos incompletos) ou de um adolescente (de 12 anos a 18 anos).
Adoptado ou Adoptando (Brasil: adotado ou adotando) é o indivíduo que está passível de ser adotado, ou em processo de adoção.
Adoptante (Brasil: adotante) é o casal ou indivíduo que pretende adotar.
[editar] Motivação
As pessoas adotam uma criança ou jovem por numerosos motivos:[carece de fontes?]
Impossibilidade de ter filhos biológicos
Cimentar os laços com o cônjuge, no caso de adoção de filhos da esposa ou marido com um cônjuge anterior
Auxiliar uma ou mais crianças em dificuldades
Fomentar a integração racial, no caso de adoção inter-racial
[editar] No Brasil
No Brasil, a adoção é regida pelo Código Civil e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.
O adotante deve ser uma pessoa maior de dezoito anos, independentemente do estado civil, ou casal, ligado por matrimônio ou união estável.
Além disso, a diferença de idade entre o adotante e o adotado deve ser de, no mínimo, dezesseis anos.
Deve haver intervenção do juiz, em processo judicial, com participação do Ministério Público.
A adoção é irrevogável, mesmo que os adotantes venham a ter filhos, aos quais o adotado está equiparado, tendo os mesmos deveres e direitos, proibindo-se qualquer discriminação.
A adoção só se extingue em hipóteses especiais, por deserdação, indignidade, pelo reconhecimento de paternidade do pai biológico e pela morte do adotante ou do adotado.
Existem vários casos de adopção por casais do mesmo sexo no Brasil mas apenas após recurso aos tribunais.[1]
As crianças disponibilizadas para adoção, geralmente em Abrigos, devem primeiramente ser destituídas de suas famílias biológicas (destituição do Pátrio Poder) por meio de um processo legal levado a cabo pelo Juizado, publicado em Diário Oficial, para então, serem adotadas pela família pretendente (outro processo legal). A família pretendente passa por uma análise de assistentes sociais, psicólogos, Promotoria Pública, e recebe finalmente a guarda provisória do adotando. Após o final do processo de adoção, os pais adotivos são autorizados a substituir a certidão de nascimento original pela nova certidão de nascimento, em tudo igual à anterior, mudando-se somente os nomes dos pais, avós, e eventualmente o nome da criança. Data, local de nascimento são mantidos. Não pode haver referência ao processo de adoção na certidão de nascimento.
Fonte: wikipedia
Resenha critica do livro O rapaz que não era de LIVERPOOL. ♥

O livro O rapaz que não era de Liverpool escrito por Caio Riter da editora SM, fala da história de Marcelo que descobre que e adotado, tem uma grande paixão pelos Beatles. Quando ele descobre que é adotado fica muito chateado, pois acha que não tem uma historia e a que ele viveu com sua “família” não “valeu”, depois de um tempo (em minha opinião ele foi muito dramático praticamente o livro todo \õ/) ele resolveu ir para a casa da dinda Letícia para pensar, quando volta, ele volta com um visão diferente da sua família (agora sem as aspas)
Eu gostei muito do livro, pois trata de um assunto muito interessante que é a adoção e pega as duas visões que são a dos pais e a do adotado as duas são muito distintas. Você fica mais interessado em lê a história, pois quanto mais você ler quer saber o que vem de. Eu acho que todo mundo deveria ler pois é um livro muito interessante.
ASS:Débora Torres Guerra
Resenha Crítica
O livro o rapaz que não era de Liverpool é a história de um garoto que na aula de biologia diante de uma teoria que nenhum casal de olhos azuis poderia ter um filho de olhos castanhos então descobre que é adotado.
Ele acredita que "seu mundo caiu”, ele acha que tudo que ele vive e que ele viveu é uma mentira então resolve ir para casa da tia pensar um pouca no vida. E acaba "descobrindo" que tem uma família linda, uma namorada linda e que não importa nada ser adotado, pois o amor é o mesmo e essa é sua VERDADEIRA FAMÍLIA.
Eu gostei muito do tema abordado por esse livro ADOÇÃO E FAMÍLIA.
Acho não há nenhuma diferença do filho que veio da barriga ou o de coração. Tenho uma tia adotada, mas ele É minha tia como todos os meus outros tios.
Quando li o livro me identifiquei com a parte da separação dos pais, há pouco tempo passei por isso e sofri muito, pois é como no livro no começo a gente (os filhos) acha que tem o direito de decidir se os pais se separam ou não, mas depois vemos que não sabemos o que eles passaram. Acredito que de certa forma esse livro me ajudou.
Eu só não gostei mais do livro porque ele é muito "melancólico", mas o livro é bom.
Aconselho que pessoas que estão passando por algum problema na família.
Deixo uma pergunta pra vocês: Como você se sentiria? Como você agiria se descobrisse que era ADOTADO?
Maria Eduarda Borges
Ele acredita que "seu mundo caiu”, ele acha que tudo que ele vive e que ele viveu é uma mentira então resolve ir para casa da tia pensar um pouca no vida. E acaba "descobrindo" que tem uma família linda, uma namorada linda e que não importa nada ser adotado, pois o amor é o mesmo e essa é sua VERDADEIRA FAMÍLIA.
Eu gostei muito do tema abordado por esse livro ADOÇÃO E FAMÍLIA.
Acho não há nenhuma diferença do filho que veio da barriga ou o de coração. Tenho uma tia adotada, mas ele É minha tia como todos os meus outros tios.
Quando li o livro me identifiquei com a parte da separação dos pais, há pouco tempo passei por isso e sofri muito, pois é como no livro no começo a gente (os filhos) acha que tem o direito de decidir se os pais se separam ou não, mas depois vemos que não sabemos o que eles passaram. Acredito que de certa forma esse livro me ajudou.
Eu só não gostei mais do livro porque ele é muito "melancólico", mas o livro é bom.
Aconselho que pessoas que estão passando por algum problema na família.
Deixo uma pergunta pra vocês: Como você se sentiria? Como você agiria se descobrisse que era ADOTADO?
Maria Eduarda Borges
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